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Mostrando postagens de Julho, 2012

Agora o que me resta é escrever nessa carta: preciso de você !

Não acredito que novamente estou aqui, em prantos por ti. Sinto-me tão bem ao teu lado, porquê quando tu estas longe sempre existem motivos para meu corpo necessitar de ti e ao mesmo tempo querer-te longe de mim? Não percebes? Eu sou um lixo, daqueles que não podem ser reciclados. Sou um lixo do passado, aqueles que não tinha serventia e só destruíam o mundo aos poucos, lembras? É sempre assim. Esse amor idiota que invade, amadurece e depois apodrece. Meu peito pulsando o tempo todo por ti. As escritas viram jargões cheio de hipérboles, mas como não exagerar se isso aqui dentro parece um vácuo enorme e obscuro que me consome? Que nojo eu sinto de mim, de você, de nós. Como tudo pode terminar assim? Como esse vício, mania de ter-te comigo transformou-se nisto? Caramba! Que raiva de mim, de você, de nós! Que raiva desse amor medíocre que nasceu do nada, cresce do nada e vive do nada. Também tens raiva deste amor? Porque eu, sendo sincera, odeio ele. Odeio ter que acreditar e admitir qu…